Manga com leite
Vira e mexe eu me pego pensando, quase sempre de forma improdutiva, sobre as características intelectuais e ideológicas dos nossos povão. Não entendeu? Traduzo procê. Eventualmente eu me pergunto: “What porra is this?!”
Como o Cardoso disse nesse post, é parte da cultura do brasileiro ter medo de admitir que é bom em algo por causa de possíveis – prováveis, na realidade – “críticas”, quem também são parte da nossa cultura. Nós temos a irritante mania de taxar a tudo e todos de “invejosos” e/ou “egocêntricos”, dependendo de quão funda é a espetada da tachinha nas nossas bundas. Aqui nesse país, e em outros também, ninguém pode ser minimamente diferente ou privilegiado, e eu acho que sei o porquê.
Somos um bando de idiotas retrógrados.
Obviamente não deixamos de ser nada mais que um rebanho. Nada além de quarterbacks irritadinhos, pois as nossas cheerleaders estão dando mole para os nerds, pois cheerleaders nasceram para viver com os quarterbacks, ora bolas; é um dogma. Quando nascemos somos infestados por informações “quadrado” quando deveríamos assimilar informações “triangulo”, mas ao contrário do tabuleiro com os buracos e as peças dos mais variados formatos, no nosso cérebro o “círculo” CABE no buraco retangular.
A maior parte das pessoas crescem completamente obtusas, retardadas, sem a mínima capacidade para o questionamento, ou de aceitar que qualquer outro indivíduo pare de pastar, e olhe ao redor. Apontar dedos e acender tochas é MUITO mais fácil que gritar “EUREKA”. Que fique claro que não estou dizendo que somos coitadinhos. Quero dizer que a moral e os bons costumes nos afetaram de tal forma que realmente tomamos gosto pela mediocridade.
Nossa mentalidade não é a das evoluídas capitais, e sim a daqueles pequenos e aconchegantes municípios com um mercadinho, um igreja, e uma pracinha com um coreto.






















